Reabilitação Oral, Implantes e Estética em Uberlândia
Não está satisfeito com seu sorriso ou com a condição dos seus dentes?
Dentes manchados, restaurações antigas, alterações de formato, desgaste, perdas dentárias ou dificuldade para mastigar podem exigir cuidados diferentes.
Na Davina, estética, saúde e função são avaliadas em conjunto antes de definir quais tratamentos podem ser indicados.

O que mais incomoda você hoje?
Nem todo paciente procura uma reabilitação pelo mesmo motivo. Algumas pessoas chegam pela aparência. Outras pela mastigação. Algumas já fizeram vários tratamentos e ainda sentem que o problema não foi resolvido por completo.
“Não gosto mais da aparência dos meus dentes.”
- dentes escurecidos
- dentes manchados
- restaurações de cores diferentes
- dentes com formatos diferentes
- assimetrias
- sorriso que parece desalinhado
- restaurações antigas aparentes
- mudanças que ocorreram ao longo dos anos
“Meus dentes estão desgastando ou quebrando.”
- desgaste progressivo
- dentes menores
- pequenas fraturas
- trincas
- restaurações extensas
- dentes enfraquecidos
- sensibilidade
- repetição de fraturas
“Perdi dentes ou não consigo mais mastigar como antes.”
- perda de um ou vários dentes
- dificuldade para mastigar
- mastigação somente de um lado
- próteses desconfortáveis
- próteses que se movimentam
- necessidade de avaliar implantes
- perda progressiva de eficiência mastigatória
“Parece que estou sempre refazendo alguma coisa.”
- restaurações repetidas
- diferentes tratamentos ao longo dos anos
- dentes tratados separadamente
- sensação de que sempre surge um novo problema
- dificuldade para compreender o quadro como um todo
Quando diferentes problemas aparecem juntos, pode ser necessário olhar além de um único dente.
Em muitos casos, um tratamento localizado resolve perfeitamente uma necessidade localizada.
Mas quando diferentes dentes, restaurações, ausências, alterações estéticas ou questões funcionais precisam ser consideradas ao mesmo tempo, pode ser útil realizar um planejamento mais abrangente.
O objetivo é compreender:
- o que precisa ser tratado
- o que pode ser preservado
- o que pode ser recuperado
- o que eventualmente precisa ser substituído
- quais prioridades devem vir primeiro
Reabilitar também pode significar devolver harmonia ao sorriso.
Nem toda busca por reabilitação começa pela dor ou pela perda de dentes. Muitas pessoas procuram atendimento porque percebem mudanças na aparência do sorriso.
Cor, formato, proporção, restaurações antigas, desgaste, posição dos dentes e relação com gengiva e lábios podem influenciar a percepção estética.
Dependendo do caso, melhorar a aparência pode envolver desde intervenções localizadas até um planejamento integrado.
Restaurações feitas em momentos diferentes também podem alterar a aparência do sorriso.
Ao longo dos anos, um mesmo paciente pode receber restaurações em épocas diferentes, com materiais, cores e formatos distintos.
Mesmo quando cada intervenção foi necessária naquele momento, o conjunto pode começar a apresentar diferenças de:
- cor
- textura
- formato
- proporção
- brilho
- integração com os dentes naturais
Em determinadas situações, um planejamento integrado permite avaliar o conjunto e identificar quais intervenções realmente fazem sentido.
Quando os dentes começam a perder estrutura
Dentes desgastados, trincados ou sensíveis podem ter diferentes causas.
Desgaste não deve ser automaticamente atribuído ao bruxismo. Fatores mecânicos, químicos, restauradores e hábitos podem estar envolvidos.
Por isso, antes de reconstruir dentes desgastados, é importante compreender:
- padrão do desgaste
- dentes envolvidos
- histórico
- presença de sensibilidade
- restaurações existentes
- condições funcionais
- fatores associados
Nem sempre reabilitar significa substituir dentes.
Uma das decisões mais importantes em um planejamento reabilitador é compreender a condição de cada dente.
Dependendo da situação, podem existir possibilidades de:
- preservar
- restaurar
- proteger
- reconstruir
- substituir
A decisão depende das condições clínicas, estruturais, periodontais e funcionais de cada paciente.
Quando faltam dentes, o planejamento precisa considerar mais do que o espaço vazio.
A ausência de dentes pode interferir na mastigação, na estética e na forma como as forças são distribuídas durante a função.
Dependendo do caso, o tratamento pode envolver:
- implantes
- próteses sobre implantes
- próteses convencionais
- recuperação de dentes naturais
- diferentes abordagens combinadas
A indicação depende do diagnóstico.
Antes de escolher o tratamento, precisamos entender o caso.
- 1
Escuta
Entender:
- • o que incomoda
- • o que já foi realizado
- • o que está mudando
- • quais são as expectativas
- • quais são as prioridades do paciente
- 2
Avaliação clínica
Analisar:
- • dentes
- • restaurações
- • estruturas de suporte
- • gengiva
- • ausências dentárias
- • desgaste
- • mordida
- • mastigação
- • aspectos estéticos
- 3
Registros e exames
Quando indicados, podem ser utilizados:
- • fotografias
- • radiografias
- • exames complementares
- • registros digitais
- • imagens intraorais
- • escaneamento realizado diretamente ou por parceiros
- 4
Integração das informações
O objetivo é entender como os diferentes achados se relacionam.
- 5
Planejamento
Definir:
- • prioridades
- • possibilidades
- • limitações
- • etapas
- • manutenção
Antes de modificar o sorriso, é importante planejar.
Quando existe uma demanda estética, o planejamento pode considerar:
- formato
- tamanho
- proporção
- cor
- posição
- relação entre dentes e gengiva
- integração com o restante do sorriso
Quando indicado, recursos digitais podem ajudar a visualizar possibilidades antes da execução do tratamento.
Simulações representam propostas de planejamento visual e não constituem garantia de resultado clínico.

Dr. Ranieri Ferreira — CRO/MG 22098
Cirurgião-dentista formado pela Universidade Federal de Uberlândia, com atuação em Implantodontia, Periodontia, Odontologia Estética e Prótese sobre Implante.
Na Davina, sua atuação é direcionada ao diagnóstico e planejamento de casos que envolvem diferentes necessidades restauradoras, estéticas e funcionais.
Perguntas frequentes sobre reabilitação
Dentes muito desgastados podem ser recuperados?
Dependendo da quantidade de estrutura remanescente, das causas do desgaste e das condições clínicas, podem existir diferentes possibilidades de recuperação. Antes de reconstruir os dentes, é importante investigar por que o desgaste ocorreu.
Por que meus dentes ou restaurações continuam quebrando?
Fraturas recorrentes podem ter diferentes causas. A avaliação deve considerar o dente, o tipo de restauração, a quantidade de estrutura remanescente, as forças envolvidas e outros fatores clínicos.
Preciso extrair todos os dentes para fazer uma reabilitação?
Não necessariamente. Um planejamento reabilitador também avalia quais dentes podem ser preservados, recuperados ou utilizados no tratamento. A necessidade de extração depende das condições de cada dente.
Qual é a diferença entre reabilitação oral e implantes?
Implantes são uma das possibilidades de tratamento para substituir dentes ausentes. A reabilitação oral é um planejamento mais abrangente, que pode envolver dentes naturais, restaurações, coroas, próteses, implantes e outras abordagens.
Implante é sempre necessário quando falta um dente?
Não. A indicação depende de diversos fatores, incluindo a região, quantidade de dentes ausentes, condições dos dentes vizinhos, estruturas de suporte e características individuais.
É possível melhorar a estética e a mastigação no mesmo planejamento?
Sim, em muitos casos esses objetivos podem ser considerados simultaneamente. O planejamento deve respeitar as condições clínicas e as prioridades do paciente.
Toda mudança estética precisa de facetas ou lentes?
Não. Existem diferentes possibilidades para modificar cor, formato ou proporção dos dentes. A indicação depende do problema, das condições dos dentes e do resultado desejado.
É possível realizar uma reabilitação por etapas?
Em muitos casos, sim. Dependendo das prioridades e do planejamento, o tratamento pode ser organizado em diferentes fases.
Quanto tempo dura uma reabilitação oral?
O tempo varia conforme a complexidade do caso, procedimentos necessários, cicatrizações e etapas planejadas. Uma estimativa mais adequada só pode ser feita após avaliação.
O tratamento termina quando os dentes ficam prontos?
Não necessariamente. Manutenção, higiene, acompanhamento e revisões periódicas são importantes para a longevidade dos tratamentos.
Por que minhas restaurações estão com cores diferentes?
Restaurações realizadas em momentos distintos podem apresentar diferenças de material, cor, textura e desgaste. A avaliação permite entender quais delas realmente precisam ser substituídas e quais podem ser mantidas.
Meu sorriso parece torto ou desigual. Isso pode ser avaliado em uma reabilitação?
Sim. Dependendo do caso, podem ser avaliados posição, formato, proporção dos dentes, gengiva e outras características que influenciam a aparência do sorriso.
Antes de decidir o tratamento, vale entender o que realmente precisa ser cuidado.
Uma avaliação integrada permite compreender suas prioridades e as possibilidades de tratamento considerando estética, saúde e função.