Dentes desgastados
Nem todo desgaste dentário significa bruxismo ativo.
Outros fatores também podem estar envolvidos e precisam ser considerados.
Acorda com a mandíbula cansada, sente dores no rosto ou percebe que aperta os dentes?
Dor, cansaço facial, apertamento, estalos, dificuldade para mastigar ou alterações nos dentes podem ter diferentes origens.
Na Davina, a avaliação procura entender quais fatores estão envolvidos antes de definir a abordagem.

Bruxismo, DTM e dor orofacial não são sinônimos.
Algumas condições podem ocorrer juntas, mas isso não significa que tenham a mesma origem ou que sejam tratadas da mesma maneira.
Por isso, é importante evitar conclusões apenas pela presença de um sintoma.
Nem todo desgaste dentário significa bruxismo ativo.
Outros fatores também podem estar envolvidos e precisam ser considerados.
Ruídos articulares podem ocorrer por diferentes razões.
Um estalo isolado e sem dor não significa necessariamente necessidade de tratamento.
Dor, travamento e limitação de movimento modificam a avaliação.
Algumas dores podem estar relacionadas à musculatura mastigatória ou a quadros de DTM.
Entretanto, cefaleia possui diversas possíveis causas e não deve ser automaticamente atribuída à mandíbula.
Sensibilidade pode estar associada a desgaste, alterações dentárias ou outras condições.
Ela também precisa ser investigada.
Algumas pessoas percebem:
A atividade acontece enquanto a pessoa está dormindo.
Em alguns casos, pode ser relatada por quem dorme próximo ou identificada durante a investigação clínica.
Alguns pacientes chegam à avaliação depois de:
Nessas situações, é importante compreender:
O objetivo não é simplesmente trocar um tratamento por outro.
É compreender melhor o problema.
A avaliação de DTM, bruxismo e dor orofacial pode considerar diferentes aspectos.
Quando começaram, quando pioram, frequência, intensidade e atividades relacionadas.
Apertamento, tensão, posição mandibular e comportamentos durante o dia.
Qualidade do sono, ronco, despertares, cansaço e outros sinais quando relevantes.
Avaliação dos músculos relacionados à mastigação.
Movimentos, ruídos, dor, limitação e função.
Desgaste, fraturas, restaurações, sensibilidade e outros sinais.
Quando clinicamente necessários.
Dispositivos intraorais podem ter diferentes objetivos e indicações.
Em alguns casos, podem proteger estruturas dentárias ou fazer parte de uma estratégia de tratamento.
Entretanto, o uso de uma placa não substitui a necessidade de compreender:
Dependendo da condição identificada, podem fazer parte do cuidado:
Algumas pessoas relatam sintomas de bruxismo ou dor juntamente com:
Quando essas informações aparecem, pode ser necessário investigar também aspectos relacionados ao sono.
Cirurgiã-dentista com atuação em DTM, Dor Orofacial, Bruxismo e Odontologia do Sono.
Sua avaliação é direcionada à identificação das possíveis condições envolvidas e à construção de um planejamento individualizado.
Profissional credenciada na técnica LIVA.
Saiba mais sobre a história e a equipe da Davina.
O diagnóstico não deve se basear apenas na presença de desgaste ou na percepção de apertamento. História, sintomas, sinais clínicos e outras informações ajudam a compreender se existe atividade compatível com bruxismo e em qual contexto ela ocorre.
Não. Bruxismo e DTM são condições diferentes, embora possam coexistir em alguns pacientes.
Cansaço ou desconforto ao acordar pode estar associado a diferentes situações. A avaliação considera músculos, articulações, hábitos, sono e outros fatores.
Nem sempre. Ruídos articulares sem dor ou limitação podem ocorrer em algumas pessoas sem necessidade de intervenção. Quando há dor, travamento ou alteração de movimento, a situação merece avaliação.
Alguns quadros de DTM podem estar associados a dores nas regiões temporais, faciais ou próximas ao ouvido. Entretanto, essas dores também podem ter outras origens.
Não necessariamente. O desgaste dentário pode estar relacionado a diferentes fatores. O padrão e a causa precisam ser avaliados.
Sim. São atividades que ocorrem em contextos diferentes e podem exigir formas distintas de avaliação e orientação.
Não. Uma placa pode ter diferentes indicações e objetivos. O tratamento depende do diagnóstico e das necessidades de cada paciente.
Existem diferentes possibilidades. Pode ser necessário revisar o diagnóstico, entender o objetivo do dispositivo e verificar se outros fatores estão contribuindo para os sintomas.
A consulta pode envolver história detalhada dos sintomas, avaliação de músculos, articulações, movimentos mandibulares, dentes, hábitos e outros fatores relevantes. Exames complementares podem ser solicitados quando necessários.
Uma avaliação adequada ajuda a diferenciar as condições envolvidas antes de definir quais cuidados podem ser indicados.